15 de março de 2021

Como começar a investir: 4 dicas de nossos especialistas

Muito se fala sobre trocar a poupança por investimentos mais rentáveis. Afinal, todo mundo quer ganhar mais dinheiro. Então, se você quer aumentar seus ganhos, mas não sabe por onde começar, descubra como começar a investir do zero com 4 dicas de nossos especialistas.

Afinal, como você pode começar a investir?

Existem muitos mitos em torno do mercado financeiro que podem afastar as pessoas de finalmente começar a investir. Por exemplo, a ideia de que você precisa aplicar grandes quantias ou que os riscos das aplicações fazem os investimentos não valerem a pena.

Na verdade, existem muitas formas de investir com segurança e alta rentabilidade, de acordo com os objetivos de cada investidor. Da mesma forma, é importante saber que quanto antes você começar a investir, maior será seu patrimônio no futuro.

Atualmente, é possível aplicar dinheiro em títulos de renda fixa com valores a partir de R$ 30 e iniciar na renda variável junto ao setor imobiliário. Afinal, investir em FII custa bem menos do que comprar um imóvel para obter retorno financeiro de longo prazo.

Seja para criar uma reserva de emergência, comprar uma casa, viajar ou garantir uma vida mais confortável para a sua família no futuro, há espaço para todos os perfis no mercado. Isso porque os ativos financeiros disponíveis contemplam desde iniciantes até investidores com grande experiência.

Em seguida, você acompanha como começar a investir com a ajuda de nossas dicas e alcançar suas metas em menos tempo.

Qual a importância de diversificar sua carteira de investimentos?

Mais do que simplesmente descobrir como começar a investir, é necessário associar algumas estratégias para aplicar seu dinheiro da melhor forma e alcançar seus objetivos.

A diversificação da carteira de investimentos é uma prática que consiste em dividir o valor que você deseja investir em diferentes modalidades e classes de ativos financeiros. Ou seja, combinar produtos financeiros de renda fixa, como títulos públicos e LCIs com ativos de renda variável, como fundos imobiliários e ações.

Em outras palavras, diversificar a carteira permite ao investidor não ficar à mercê dos riscos e ganhos de apenas um investimento. Além de minimizar os riscos, a estratégia potencializa consideravelmente os seus ganhos.

Dessa forma, a alocação do dinheiro em diferentes aplicações na carteira diversificada garante mais segurança e tranquilidade para investir.

Investimento em renda variável: quem pode investir?

Agora que já sabe da importância de diversificar os investimentos, você pode se perguntar quem pode investir em renda variável, modalidade de aplicação financeira que costuma ser tão temida por investidores iniciantes por seu retorno imprevisível.

A princípio, é fácil concluir que um iniciante deve concentrar seus aportes apenas em renda fixa, para maior segurança. Porém, apesar dos riscos maiores, característicos dessa modalidade, a renda variável é uma peça fundamental para investir melhor.

Afinal, diversificar a carteira com ativos como FII e ações contribui para te aproximar do patrimônio sólido com o qual você sempre sonhou. De qualquer forma, todos que buscam maior taxa de retorno podem investir em renda variável, desde que com a devida atenção para escolher os melhores ativos para o seu perfil de investidor.

4 dicas para começar a investir hoje

Se você quer descobrir como começar a investir de forma descomplicada, siga essas 4 dicas de nossos especialistas.

1. Comece pelo básico: entenda seu perfil de investimento

A volatilidade do mercado financeiro dificulta qualquer previsão concreta sobre o futuro, e isso faz com que qualquer aplicação financeira apresente riscos. Por isso, para começar a investir, primeiramente você deve entender o seu perfil de investimento.

Existem basicamente 3 perfis de investidor principais, e todos são definidos a partir da sua tolerância ao risco. Ou seja, o quanto você aceita perder para eventualmente aumentar seus ganhos no médio e longo prazo. São eles:

  • Perfil conservador: é o investidor que busca a preservação do capital, com baixa tolerância a riscos. Sua carteira é composta majoritariamente por ativos com maior liquidez e aplicações com menor chance de perda.
  • Perfil moderado: o investidor está mais disposto a correr riscos, desde que haja possibilidade de retorno diferenciado a médio prazo. Por isso, esse perfil pode iniciar na renda variável trazendo maior diversificação à carteira.
  • Perfil agressivo: o investidor agressivo caracteriza-se pela alta tolerância a riscos e a disposição para enfrentar as oscilações típicas do mercado financeiro para garantir o maior retorno possível a longo prazo.

2. Analise e compreenda o cenário

O mercado financeiro reserva surpresas até mesmo para investidores mais experientes. Dessa forma, antes de tomar qualquer decisão, é importante estudar com cautela todos os cenários envolvidos. Ao escolher um ativo financeiro de determinado setor, por exemplo, certifique-se de que é um segmento em constante expansão, como o ramo imobiliário.

O mesmo vale para títulos públicos, produtos de crédito privado ou ações de empresas, pois apesar dos investimentos terem espaço para todos, existem momentos mais favoráveis para a aplicação de dinheiro.

Nesse sentido, é importante estudar conceitos como liquidez, além de levar em conta indicadores de desempenho e taxas CDI e Selic, por exemplo.

3. Trace objetivos de curto, médio e longo prazo

Suas metas são parte da motivação necessária para investir com estratégia, então trace objetivos de curto, médio e longo prazo para escolher os melhores produtos financeiros para cada um deles.

  • Curto prazo: investimentos com duração de até um ano, como reserva de emergência ou uma compra de maior valor. Para alcançar esses objetivos, os ativos com liquidez diária são os mais recomendados.
  • Médio prazo: são os objetivos que têm duração de 1 a 5 anos, portanto é possível alocar parte do seu dinheiro em produtos de risco moderado, já que a ideia não é resgatar o dinheiro a qualquer momento.
  • longo prazo: são as aplicações voltadas para os objetivos com prazo superior a 5 anos. Nesse caso, o investidor pode investir em produtos mais longos e com maior volatilidade, que implicam em maior potencial de ganho no longo prazo.

4. Planeje-se financeiramente

Depois que você definir suas metas, é hora de estabelecer um orçamento mensal e dedicar parte dele para os seus investimentos. A partir de agora, você deve se comprometer a manter a frequência de suas aplicações, mesmo que elas sejam de um valor baixo. Esse é o grande segredo para ver seu patrimônio crescer aos poucos.

Comece inicialmente com uma reserva de emergência e conforme for adquirindo mais organização financeira, invista em seus objetivos de médio e longo prazo, sempre com planejamento.

Extra: fundos imobiliários são formas rápidas e rentáveis de começar a investir

Se quer começar a investir, mas teme perder dinheiro nesse processo, você pode encontrar nos FIIs uma alternativa rentável e prática, já que existem diversos tipos de fundos imobiliários para cada perfil de investimento.

Aplicar seus aportes nessa modalidade é uma sábia decisão, pois além da possibilidade de iniciar na renda variável com menor risco, essa também é uma chance de investir no mercado imobiliário sem necessariamente comprar um imóvel.

Quem busca complementar a renda pode receber dividendos de fundos imobiliários, além de diversificar carteiras moderadas e agressivas com um ativo de alta rentabilidade e grande potencial de retorno.

Para iniciar sua jornada nos investimentos, conte com quem é especialista na gestão de ativos imobiliários há mais de 10 anos. A Mérito Investimentos trabalha com foco total na preservação do seu capital no longo prazo, sem qualquer conflito de interesse.

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