3 de dezembro de 2020

5 tipos de fundos imobiliários para todos os perfis de investidores

Os fundos imobiliários são a melhor opção para quem quer investir no setor, mas não tem condições ou desejo de comprar um imóvel. Para começar a investir, conheça 5 tipos de fundos imobiliários e descubra qual deles contempla o seu perfil e seus objetivos. 

As vantagens de investir em fundos imobiliários

Nessa modalidade de investimento, o valor total de um patrimônio é dividido em cotas para um grupo de pessoas, sob responsabilidade de um gestor. O procedimento pode ser feito on-line, com uma corretora de valores de sua confiança. Tudo isso substitui a burocracia envolvida na compra de um imóvel e traz mais facilidade para você investir. 

Além disso, o rendimento do FII pode ocorrer tanto pela valorização do valor investido (ganho de capital), como pela renda mensal obtida com os aluguéis. Complementando as vantagens, vale destacar a isenção de Imposto de Renda sobre a valor dos aluguéis para pessoas físicas e os juros baixos desse tipo de investimento. 

Quais são os tipos de investimento imobiliários? 

Existem algumas classificações para os investimentos imobiliários, que contemplam a modalidade do patrimônio adquirido ou a estratégia de investimento adotada. 

De maneira simples, os tipos de investimento imobiliários são divididos em fundos de tijolo – aqueles que investem em imóveis físicos – e fundos de papel, relacionados à títulos imobiliários. 

Em relação a estratégia aplicada aos FIIs, temos algumas classificações trazidas pela Anbima.

5 tipos de fundos imobiliários

Os FIIs permitem a compra de cotas com valor baixo, para você começar a investir de forma acessível. Atualmente, há 5 tipos de fundos imobiliários, para todos os perfis de investidores aplicarem seu capital sem grandes riscos. Confira:

  1. Desenvolvimento para renda: trata-se dos fundos que investem mais de ⅔ do patrimônio na construção de imóveis novos, com objetivo de geração de renda por meio dos aluguéis; 
  2. Desenvolvimento para venda: o investimento ocorre na mesma proporção da primeira categoria, porém com objetivo de venda de imóveis para ganho através da valorização do patrimônio ao longo dos anos; 
  3. Renda: estratégia focada na compra de imóveis prontos – também com ⅔ do  patrimônio investido – onde os gestores possam visualizar boas oportunidades de ganho com aluguel;
  4. Títulos e Valores Mobiliários: nesse caso, os ⅔ investidos são aplicados em ativos relacionados a imóveis, ao invés dos imóveis físicos em si. Dessa forma, a categoria investe em CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), LCI (Letras de Crédito Imobiliário), FIDC (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), entre outros;
  5. Fundos híbridos: os fundos híbridos associam diferentes tipos de ativos imobiliários e não possuem obrigação em relação ao patrimônio mínimo alocado. Portanto, nessa categoria é possível ter todos os tipos de ativos citados anteriormente, na proporção desejada. 

Como escolher um fundo imobiliário?

Depois de conhecer os tipos de FII que existem no mercado financeiro, surgem dúvidas de como escolher um fundo imobiliário que atenda às suas necessidades.

Para ter um suporte qualificado e descobrir como o MFII11 pode ajudar você, entre em contato com a Mérito, especialista em ativos imobiliários há mais de 10 anos. 

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